quarta-feira, 4 de abril de 2018

Picão Preto - a praga foi pro prato

No quintal de casa, principalmente em época de chuva, é comum dar uma volta no quintal e voltar com a roupa cheia de carrapicho, é a ligeireza do picão preto pegando carona em nossas vestes. Nasce fácil essa "disgrama", era o que eu pensava. Ai folheando o livro das plantas alimentícias não convencionais no Brasil, está lá o danado. Meu primeiro pensamento foi, filho da mãe, vou te jogar no prato. Foi isso que fiz. E não é que gostei.
Alias foi o primeiro vídeo que fiz de uma série que darei o nome de "Vou de Panc". Serão vídeos rápidos, com receitas simples, com a introdução das pancs e também dando prioridade aos alimentos que planto no quintal de casa, o meu pequeno laboratório culinário particular, para quem sabe um dia ter um pedacinho de chão, para por em pratica essas minhas observações.
Espero que gostem dos vídeos e quem sabe das receitas.

Fonte literária 

Segundo o livro "PANCs no Brasil", ela é bem conhecida pelo seu uso medicinal no Brasil, mas com o uso culinário muito restrito.
Mas é rica em proteína, fibra, magnésio e com alto teor de cobre, além de sua atividade antioxidante. Então "bora cumê"!!!!

Como eu utilizo

Pego os ramos foliares jovens, pico e refogo.
Meu primeiro teste com o picão preto foi o clássico, refogado com ovos mexidos. Foi a forma que encontrei para sentir o sabor da planta, pois o ovo traz uma neutralidade para que a planta mostre seu sabor.
Fiz um vídeo simples, com celular mesmo, mas acho que dá para ter uma ideia e até criar coragem para experimentar. Já digo de antemão que fica bom demais.
Em breve vou fazer outros testes com ele e posto por aqui.

quinta-feira, 1 de março de 2018

A vida tá panc!!!

Com a nova série de conhecimentos que tenho encontrado na minha busca, na minha procura por ritmo, encontrei as pancs. As encontrei no quintal de casa, na rua, nas calçadas. Encontrei no mato o recheio do meu prato. No alimento, a política que me instiga. É, a vida tá panc, renegada, encarada como daninha. Cheia de riquezas, nutrientes, mas nascendo e morrendo sem se quer sendo notada por quem diz que busca a vida. É, a vida vai ficando panc, mas tem gente que dá o sangue para mostrar que ser panc é legal, é gostoso e não faz mal. Na dúvida mistura com ovo, cebola, alho, cenoura. Faz um bolinho e quem sabe doa um pouquinho. Você vai ver que o novo não amarga na boca. Vai ver que o tolo pode ser cada vez menos bobo. Vai que o corpo não é o que dizem dele e sim o que se sente nele. Deixa pulsar, deixa nascer. Se for panc, cozinhe, frite, refogue, mas não se afogue. Sente-se ao meu lado ou do seu próprio lado, escute o meu peito, escuto o seu peito. Ele bate sem jeito, na agonia do despeito, mas mesmo em descompasso ele segue batendo. Não ouça se não quiser, não clique por conveniência. Isso dói. Dói mais que espinho de ora-pro-nóbis, mas é insistente como taioba ignorada no fundo do quintal.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Ansiedade. Aprendendo a respirar.

Já se sentiram em uma batalha interna sem fim?
Pensamentos povoam nossas mentes, queremos parar tudo, abandonar, desistir.
Parece que tudo que é feito fica pelo caminho.
Um dia fiz uma pergunta:
Mas aonde mesmo eu quero chegar?
Estava brigando com o futuro, com as idealizações de planos.
Buscando justificativas no passado.
E o meu presente estava em um lugar sombrio.
Estava não. Ainda me pego em meio a batalhas épicas. Internas, mas épicas.
Mas outro dias parei para respirar. Acalmar sabe?
Estava no meio do parar tudo e o repetindo os erros mais uma vez.
Mas parei, estava em frente ao computador e pensei.
Preciso respirar, meditar, qualquer coisa para desacelerar.
Meditação eu digitei e logo embaixo apareceu meditação guiada.
Cliquei, coloquei o fone de ouvido, inspirei, três segundo, respirei.
O peito outrora pesado, confuso. Foi aliviando.
Desanuviando, sabe?
A voz dizia:
"Deixe sair junto com a respiração tudo que não quer agora."
E foi indo. Aos poucos. Devagarzinho.
O externo denso e dolorido parecia se abrir, até sorrir, acreditem!
Quando vi, não estava mais ali a tormenta, o caos.
O meu caos!
Não estava li o futuro questionável. Nem o passado lamentável.
Estava eu.
Sim! Eu.
Estou no primeiro semestre dessa faculdade do acalmar.
Já tive outras crises.
Até aquelas que terceiros participam.
Na verdade, deixamos terceiros participarem.
Mas tenho respirado mais.
Outro dia me permitir ficar feliz ao realizar uma tarefa.
Sim! Uma tarefa.
Onde tinha um problema. Imaginei a solução. Juntei as ferramentas. E agi.
Olhei para o lado e só tinha a Lana para compartilhar.
A Lana e o universo.
Eita que dançamos juntos.
Os três!
Deixamos a alegria chegar ao pico.
E ainda disse em voz alta:
"Estou feliz, muito feliz"
Minha nega veia retribui pulando em minha perna.
E a pergunta veio:
Para que tantas guerras internas?
Se podemos usar nossas habilidades e ser feliz, por momentos, mas felizes.
Não sei a resposta gente.
Mas estou ai, sabe?
Respirando mais, colocando as ideias em prática, sorrindo com quem quer sorrir comigo.
O resto?
O resto "nois rega" pra frutificar coisas boas.

Grande abraço

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

PANC's "plantas alimentícias não convencionais"

Nessas minhas caminhadas uma das coisas que não abri mão foi a alimentação. Buscar uma alimentação saudável, uma vida mais simples, cultivar a maior quantidade possível do alimento ingerido, isto ainda é um sonho a ser alcançado.
Livro sobre PANC's
Na viagem que fiz para Rio Pomba - MG, este desejo ficou mais forte, para não falar intensamente necessário em minha vida. Foi lá também que fortaleceu a vontade de além de plantar, saber o que fazer com o alimento plantado. Pois o tempo que passei lá encarei e aprendi a lidar com fogão de lenha, uma aventura a parte.
As panc's tem sido uma pesquisa que tenho feito há um tempo e no último ano ganhou força. Lá em Rio Pomba, com o Marrecoe o pessoal de lá, conheci o livro que traz uma gama enorme de plantas que temos no quintal ou povoam as praças e terrenos baldios que passamos e é comida, é rica em nutrientes, é mais saúde em nossos pratos, é uma opção não industrializada para quem busca menos indústria e mais vida no seu dia-a-dia.
Com isso encontrei pessoas no instagram como a Neide Rigo, @neiderigo, o pessoal do Mato no Prato, @matonoprato, a Bruna Oliveira, @bthomazoliveira e muitas outras pessoas que pesquisam, divulgam e cozinham as panc's.
Estou no começo da minha caminhada com as panc's, mas já tenho bastante plantas que eram apenas mato e agora vai para o prato. Tenho experimentado receitas, aprendi algumas com o pessoal do IPEMA em Ubatuba. Vou usar este espaço para mostrar meus experimentos e quem quiser ver algumas fotos do que já aprontei é só chegar no instagram @simplessalles, que posto lá minhas aventuras neste novo mundo e outras coisas mais.
Com o tempo vou postando aqui as plantas que tenho no quintal e no que elas viram depois que a alquimia da cozinha acontece.
Espero que gostem!

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

As buscas pela felicidade.

Semana de reflexões. Muita coisa boa, mas a maioria são questões para melhorar ou até renovar por inteiro. Mas, de repente a televisão me trouxe dois filmes, um que já assisti algumas vezes, mas sempre que passa assisto novamente. O filme "Conta comigo" e a sua aventura de jovens atrás do corpo de um garoto morto. O outro filme foi um boom, já em tempos de redes sociais, mas só me permiti ver agora, que nem antigamente, quando esperávamos dois ou três anos para assistir o filme na tela quente ou no SBT, ou quem tinha dinheiro, pegava na locadora, eu esperava a tela quente. O que posso dizer é que gostei simplesmente. Talvez seja o momento, mas me permito gostar de coisas conforme o momento, despindo de conceitos e posturas "redesocialêsticas", esta palavra não existe, mas dá para entender o que quero dizer, não dá? Bem o filme foi "A culpa é das estrelas". Tem filmes que não assisto, não me atrai, ou simplesmente deixo ele aparecer. Quando for a hora certa eu assisto, sabe? A minha hora certa é trocando de canais e acho o filme no começo, ou passa na tela quente e eu assisto, simples assim.
Então os dois filmes tocam no assunto da finitude. Cada um em sua época, o filme mais velho por exemplo, tem a história do "bola de sebo". Eita como este nome pegou forte na infância, gostei do filme, mas sabia que no dia seguinte e nos dias posteriores eu escutaria isso, seria um apelido. Mas depois, mais velho achei a metáfora do bola de sebo interessante e muito atual. Não é sociedade que impõe suas vontades, certezas e condenações? Mas não quero falar do bola de sebo, nem de "gordofobia" hoje. Talvez hoje teriam cuidado ao tratar do assunto, mas os simplificadores estarão sempre de plantão. O filme mais novo teve cuidado em não ferir ninguém, parece que antigamente ferir emocionalmente era uma questão de fortalecimento do ser humano ou a separação das crianças e dos "homens". Esqueçam o que eu falei. Em 2018 ainda tem muita gente que tem isso como regra, foi mal gente. Mas o tema a ser tratado é a finitude, a morte. Não vou tratar do tema. Nem tenho conteúdo para isso. Mas me perguntei como lido com a finitude, não só da vida, mas das relações, dos momentos, das sensações. Estou no processo ainda, não tenho respostas, mas por que nos afundamos em lágrimas e questionamentos? Por que queremos repetir aquela sensação que tivemos com as pessoas, com os momentos?
Buscamos tanto a felicidade, não é? Mas que felicidade é esta? É nossa mesmo? Ou de alguém que disse e outro alguém repetiu, ou outro alguém que mostrou conseguir e te diz que é possível, alias tem até a formula para chegar lá também? Basta ter os três Fs, não é?
Perdi pessoas especiais por que elas foram atrás da felicidade delas, também afastei pessoas, pois eu mesmo fui atrás da minha felicidade. E o que me restou?
Restou sim, restou-me os momentos de felicidade que vivi com as pessoas que partiram ou as que afastei. E é ai que entra os filmes, pois neles encontrei também felicidades sendo contempladas como momentos e não como plenitude.
Em "Conta comigo", o narrador, que é um dos meninos, no final do filme exalta aqueles momentos de felicidade, que nunca mais se repetiu, mas foi pleno e será pleno em sua memória.
Já no "A culpa é das estrelas" as experiências "ruins" não enfraqueceram em nenhum momento a felicidade que aconteceu na vida dos personagens, mesmo que o sofrimento e a ansiedade tentou afastar isso deles ou até acharam não ter direito de viver aqueles momentos.
E ai, como anda a nossa busca pela felicidade? O que estamos afastando de nós para ter algo que é finito, é momento, é sensação?
Eu não tenho essas respostas, tenho muito para aprender com a vida. E quanto mais tenho consciência da minha ignorância, mais ignorante eu pretendo ser. Mas nunca fechando os olhos, querendo sempre experimentar mais, viver mais, acumular sensações passageiras e expandir minha memória e não minha felicidade.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Cada passo dado é avanço, é destino, é história a ser contada ou refletida.

Com fatos e sensações que me fazem refletir muito este começo de ano, sinto a necessidade de continuar a escrever aqui.
Em 2016 finalizei o ano com a experiência de participar de muitas corridas de rua. Foi bacana, as experiências particulares foram boas demais. Os incentivos que recebia de pessoas que viam o meu esforço e muitas vezes as dores que meu rosto não escondia ao vencer cada passo, não me deixavam desistir. A sensação de chegar ao final de cada objetivo, de sentir o corpo melhorando, as dores diminuindo e a certeza de que temos como chegar ao fim de nossos objetivos, seja caminhando, correndo ou sorrindo, era a melhor possível. Teve coisas ruins também. Olhares, comentários agressivos e aqueles perdedores que sempre procura alguém mais fraco, mais lento ou qualquer coisa para que ele possa dizer ser melhor, mas era engraçado que no fim das corridas estes fatos viravam poeira na sola do tênis. A vida inteira temos que enfrentar estes vampiros. Confesso não saber lidar calmamente com alguns tipos, principalmente quando os vampiros são pessoas próximas, familiares, mas quando é alguém que nem se quer vi conheço, tento respirar fundo e soltar o ar lentamente deixando sair todo o veneno junto.
Bem finalizei o período de corridas no final do ano de 2016, mas as caminhadas fazem parte da minha vida, virou momentos para refletir e meditar.
O ano de 2017 começa com a experiência de entrar em contato com a terra, já estava neste processo. Viver da terra, da simplicidade, da busca pela essência perdida, por sempre escolher caminhos que parecia ser o óbvio, o que a sociedade pregava. Aquele momento de não escutar, de anular mesmo, os pequenos fatos que te fazem sentir com o propósito de viver intensamente a vida. Alguns chamam de felicidade.
No começo de 2017 estava em Barão de Antonina, cidade que faz fronteira com o estado do Paraná. Eita que foi bom demais, sabe aquela sensação de trabalhar o dia inteiro na terra e o sorriso no rosto não querer sair. Ali coloquei muitas coisas em prática, aprendizados que já estava lendo e experimentando no meu quintal, mas pude experimentar e colocar em prática em um quintal muito maior com mais árvores, mais vidas. Lá eu percebi a sensação do ritmo diminuir, desacelerar, acalmar mesmo sabe? Eu queria mais, foram quase um mês conhecendo pessoas bacanas e um mundão todo de aprendizado.
Voltando para São Paulo intensifiquei os contatos que tinha, para continuar minha busca. A esta altura já conversava com um casal lá do interior de Minas Gerais, estado da família dos meus pais.
Conheci virtualmente Oriane Descout, a cineasta e documentarista francesa e o Marcio Soares, mais conhecido como Marreco, o agroecólogo de mão cheia.
Com idas e vindas parecia que eu não ia conhecer Rio Pomba, a cidade onde Oriane e Marreco moram. Sempre tinha algo que me impedia de ir conhecer. O medo do desconhecido era um dos fatos que me fazia hesitar. Mas rolou aquela máxima, se o medo é grande demais, encara ele de frente e vê no que dá.
Enfrentei o medo e em agosto de 2017 eu estava em Rio Pomba, chegando no Monte Sião, terreno onde Oriane e Marreco estavam finalizando a casa deles e onde boa parte da websérie que a Oriane produz que conta a história do casal em busca da sua terra, seus sonhos e seus ideais. Alias quem quiser assistir os vídeos que a Oriane já postou no youtube é só procurar pelo nome dela "Oriane Descout", não posso falar muito sobre os vídeos, pois sou fã de carteirinha do casal, da luta deles e de tudo que eles fazem.
Bem em Rio Pomba, apesar de ter sofrido um pouco com o corpo, pois a batalha ali era diária e o corpo não acompanhou o ritmo, eu senti que estava no caminho certo e ao mesmo tempo, só no começo da minha caminhada e também aprendi, na prática, o que é procurar o seu ritmo, o ritmo do seu corpo.
Hoje eu digo que sou filho do Monte Sião, fiquei dois meses com o casal Oriane e Marreco e uma gama de pessoas magnificas que estão buscando na terra as suas revoluções de vida, foi lá que renasci, foi lá que minha esperança renasceu. Com o tempo conto mais sobre o período de Rio Pomba.
Voltei para São Paulo e a única certeza que tinha era de ter que continuar a minha busca, o meu aprendizado, o meu amadurecimento e o amadurecimento deste meu novo caminho. Com isso no final de novembro parti para Ubatuba conhecer o IPEMA Brasil, um instituto de permacultura que fica no meio da mata atlântica, por lá fiquei apenas dez dias, mas foram dez dias intensos. Conheci o casal Dani e Leo que moram no IPEMA e também o Tom, argentino que foi meu companheiro de voluntariado no local, muito trabalho e muito satisfação de ter conhecido a região, o lugar as pessoas e o mais importante de como eu tenho que me conhecer muito, mas muito mesmo. Entrar em contato conosco, com nossos medos, nossas barreiras que foram fortalecidas e erguidas por anos e anos de opressão internas e externas é o melhor caminho para seguir em frente.
Este é um pequeno resumo destes passos que dei nos últimos tempos, em breve contarei mais coisas, mais detalhes, mais personagens destas minhas experiências e das próximas que estão por vir enquanto procuro ritmo.
Por enquanto é isso e bora lá!!!!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Resignificando!!!

Este blog foi criado para registrar a saga da tal perda de peso. Ganhou o título de procurando ritmo, perdendo peso. Com o tempo a busca pelo ritmo ganhou força, se tornou necessário. Perder peso virou consequência e não necessidade. A necessidade maior se transformou em se aceitar e não se ferir para se adequar, para ser mais um.
Com o tempo perdi a motivação de continuar a registrar meus passos aqui. Mas os passos continuaram. Segui em frente. Novos rumos. Novos significados. Um novo querer.
Descobri na prática que não tenho que emagrecer para ter saúde. Tenho é que ter saúde. A perda de peso não é minha maior motivação, mesmo por que não conseguia responder o por que de estar buscando isso daquela forma. Os exames me mostraram que estava no caminho certo, o movimento. Sim, não podemos parar, o corpo é uma máquina que necessita do movimento. Sem movimento a mente adoece junto com o corpo.
Mas meu movimento foi em busca dos significados internos, da terra, do plantar. Fugindo de vozes que me diziam que o primeiro passo era emagrecer, vozes estas internas, criadas com anos de comentários externos encarados como verdade, insultos, coleções de senso comum que nunca questionei de onde veio mas deixava se instalar como chagas em meus pensamentos, pessoas que nem sequer faziam parte da minha vida ou ao menos tinham importância e mesmo assim deixavam marcas e adoecia minha já frágil autoestima. Com isso me tornei o maior sabotador dos meus próprios passos, mas isto são outros quinhentos, processos internos, tratamentos internos.
Mas estou de volta, pois senti a necessidade de usar este espaço para exercitar a palavra, compartilhar os novos significados e registrar esta nova busca. Agora Procurando Ritmo, mas ainda com a soma de tudo de positivo aprendido anteriormente, e negativo também, pois não reconhecer os passos errados é repetir esses passos futuramente.
O ano de 2017 foi o ano da mudança, de colocar a mão na terra. Percebi sim que preciso de mobilidade, mas também percebi que tenho limites por causa do peso, mas nada que não dá para seguir fazendo, respeitando o meu tempo, respeitando o meu corpo. Mas fazendo.
Então bora lá!!!!

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Será que virou hábito?


Querer parecia poder

Lembro que no começo desta minha luta contra a balança um dos meus objetivos era tornar a atividade física um hábito. Nos últimos dois meses acho que senti na pele o que é hábito. Temos acesso a muitas informações e buscamos que estas informações se torne nossa realidade, mas não é bem assim, nessa brincadeira tem a frustração, talvez por querer que o hábito aconteça com a mesma rapidez que a informação é consumida e também a questão individual, sempre esquecemos que cada um está em um estágio, "temos o nosso próprio tempo"diria Renato Russo, é difícil entender ainda mais nos dias de hoje onde vivemos o imediatismo da rede social. O mais importante é tentar entender o que nos faz persistir, o que temos de positivo e o que estamos sentindo de positivo nas mudanças, seja ela longa ou rápida, se mudou ou melhorou é porque tinha algo certo sendo feito, algo certo feito por você e para você.

Entendimento

Já fiz várias tentativas, tive objetivos insanos, não tive objetivo algum, apenas sentei e esperei e também abandonei tudo e deixei o erro se tornar vida.
Quando cheguei ao ponto de entendimento que o meu caminho era longo e as informações que busquei e buscarei não é e nunca será a varinha de condão desejada nos contos de fadas, que posso agregar ou não a minha luta, sendo sim mais importante a percepção do meu corpo com suas mudanças e melhoras do que alcançar algo no tempo estipulado em rede sociais ou em qualquer outro lugar.
Demorei para entender que não tenho prazo para emagrecer ou transformar a minha vida em um exemplo a ser seguido só porque eu li em algum lugar uma história assim ou querer ser igual a outra pessoa que já escreveu sua história de sucesso e serve de inspiração mostrando que é possível e apenas isto. Eu tenho necessidade e preciso de melhor qualidade de vida e este é meu ponto de partida e também o meu objetivo final. Ainda bem que pude ter experiências negativas e positivas para chegar neste ponto de entendimento e também sabendo que daqui a pouco ele mudará e ou melhorará.

Hábito igual a saudade?

Quando digo melhor qualidade de vida é em todos os aspectos, foi então que eu descobri que o hábito é como o sentimento saudade, ou seja, você sentiu falta de algo que estava presente em sua vida e faz por onde para afagar esta falta. Foi isto que senti ao pensar que teria um fim de semana sem corrida, ou seja, sem atividade física e já pensando em que iria fazer para substituir o evento fiquei feliz ao ser lembrado pelo meu irmão que tinha uma corrida de 10k para fazer no domingo. Acho que isto sim, enfim, é o tal hábito que eu buscava.
Em pensar os momentos que me sentia frustrado em não conseguir fazer atividades físicas e hoje é fato comum eu pegar sorrindo em meio à corrida por estar rápido, por ver o quilômetros chegando sem eu implorar pelo fim, por perceber que o sofrimento está diminuindo com o passar dos eventos e em saber que estou longe do fim mas a que a travessia está sendo prazerosa.



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Sumi!!!!

Bom dia pessoal!!!
Sumi mesmo né?
Mas queria dizer para vocês que ainda estou procurando ritmo.
Parece que a corrida está virando rotina em minha vida, isto um pouco graças ao meu irmão, que virou um corredor voraz e me levou junto. Lembrando que eu participo da corrida e não me preocupo se consigo ou não correr, quero chegar e aos poucos vou superando meus próprios desafios. Tenho saído para caminhar com mais frequência e sentindo que o preparo físico está melhorando a cada dia e este é meu objetivo maior.
No mês passado participei de quatro corridas, isto mesmo, quatro corridas em um mês. No começo eu xinguei meu irmão, pois ele arrumou todas essas corridas e me levou junto, no fim da última corrida eu agradeci muito por ele dar este empurrão e me mostrar que eu era capaz. Felicidade foi o que senti e querer mais é o sentimento que ficou.
Não prometo muita frequência por aqui, mas vou tentar pelo menos uma visita mensal neste espaço e atualizando meus passos.
Será que tem alguém lendo isto? Mesmo que não tenha saibam que seguirei por aqui.
Abraços

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Voltando ao tecnonutri

Esses tempos de volta aos cuidados com a minha saúde fiquei feliz em comprovar que, quando se volta nunca será ao ponto inicial, voltamos sim, mas voltamos diferente do início, voltamos com experiências, voltamos com erros e acertos.
Nessa minha volta o meu peso não se alterou muito, ficou oscilando entre 148 e 144 quilos, resultado de uma certa falta de atenção com a alimentação, momentos de ansiedade onde eu percebia querer comer a ansiedade e não resolver os fatos que a motivava.
Bem, então vamos lá, se o gosto ansiedade não estava bom, vamos trocar de alimento.
No começo dessa busca o aplicativo que me ajudou muito foi o tecnonutri, servia para controlar minha alimentação e obtive bons resultados com ele auxiliando e até me dando puxões de orelha. Retomo a utilização e com o tempo vou ver o que mudou nele, sei que a Nina Bueno utiliza ele sempre e vi que tem muita coisa nova, incluindo atividade física que não tinha no tempo que eu o utilizava.
Então vamos lá, controlar e ver no que dá.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Você corre na corrida?

A experiência de participar de uma corrida de rua é tão complexa e individual que não dá para descrever o bem que faz. Muitos estão lá para correr e somente correr, mas tem muitos outros que estão lá em busca de uma gama enorme de sensações, experiências e razões.
Nesta minha caminhada eu entendi que quero chegar a um objetivo, mas não chegarei lá sem respeitar o meu ritmo, entender os meus passos e ter calma nas minhas escolhas. Vou errar, isto é inevitável, só tenho que ter consciência que irei corrigir e quando eu acertar ter a possibilidade de repetir os acertos sempre que possível. O que mais tenho percebido é que não posso abrir mão de uma experiência só pelo motivo que não vou estar no nível dos outros, eu vou estar no meu nível e melhorando cada vez mais.
Quando participei da minha primeira corrida criei um monte de obstáculos para não ir, mas fui e fui no meu ritmo, caminhei a maior parte da prova e não era o único. Nesta segunda prova meu irmão disse para eu me inscrever na prova de 10k, já foi motivo para eu criar um monte de histórias e ficar com medo, mesmo no dia da prova ainda estava inseguro, e criando várias maneiras de me sabotar. Quando estava no meio da prova só havia um sentimento, o de prazer, isso mesmo, o prazer de sentir o corpo bem, mesmo com os muitos quilos para perder, o prazer de saber que cada passo dado é a vitória de quem enfrentou todos os medos, colocou um tênis e foi caminhar. Eu tenho sempre que me lembrar destes momentos, os cenários que criei na minha cabeça, ficou na minha cabeça. A realidade é sempre mais simples.
Um dos sentimentos que mais gostei foi ver que mantendo o meu ritmo de caminhada eu acompanhava pessoas que hora corria, hora caminhava e que também estava bem fisicamente pelos mais de 145 quilos que carrego comigo. Dei um impulso tão grande para minha caminhada que a única coisa que eu fiz foi a pergunta: "Por que criei tantas barreiras se é tão bom?"
Bem, esta resposta eu vou demorar um tempo maior para responder, mas por enquanto fica a certeza que tenho muito que me permitir nesta caminhada. E ai! Vem comigo?


domingo, 1 de maio de 2016

Hoje foi dia de corrida!!!

O dia começou cedo, 6:30 da manhã a buzina já nos chamava para ir rumo ao Parque do Carmo na zona leste da cidade de São Paulo, sim era dia de "corrida". Pela segunda vez eu iria participar desta experiência, mas agora com a minha tia que já corre a bastante tempo, mas nunca tinha participado de uma prova de corrida de rua e também o meu irmão, que vocês já conhecem, alias ele foi o grande incentivador para formar esse pequeno grupo e quem sabe futuramente até aumentar o número de pessoas.
Chegamos ao parque cedo e podemos admirar um espetáculo da natureza, pois estava frio, muito frio, mas sabe aquele frio de bater queixo? Sobre o lago do parque movimentava-se uma névoa dando um ar místico ao dia, mesmo sendo apenas uma reação da baixa temperatura o espetáculo proporcionado parecia estar em um desses países de inverno severo, uma coisa linda e que valeu momentos de contemplação.
A corrida era de 10k, pena que eu me atrapalhei e não vi a curva para continuar o percurso e acabei seguindo o caminho do pessoal que fez 5K, na hora perguntei para alguns dos organizadores mas não obtive respostas corretas e acabei preferindo terminar ali mesmo. Só fiquei triste por estar me sentindo bem e querer continuar, mas a tristeza durou pouco, pois me senti realizado. Enquanto eu esperava meu irmão e minha tia fiquei lembrando quando fiz 5K lá no começo da minha caminhada e quanta dor eu sentia durante o percurso e hoje fiquei chateado por não ter continuado e estar super bem querendo muito mais. Então "bora" evoluir ainda mais, pois a caminhada está apenas começando.
Uma das coisas que me faz gostar de participar destes eventos de corrida de rua, é ver como rola um espírito solidário entre a maioria dos participantes, ali todos estão atrás de objetivos particulares, ganhar a corrida, baixar o tempo, melhorar a saúde, melhorar a qualidade de vida, emagrecer e muitos outros, mas ao ver como a solidariedade transpira naquele momento junto com suor pelo esforço físico, me faz ter a certeza de querer mais um pouco dessa experiência. Nesta corrida duas ações vale ser transcrita aqui.
A primeira foi quando eu caminhava e uma participante da corrida me ofereceu água para lavar o rosto, pois suava bastante, eu agradeci e disse que minha toalha estava úmida, ela seguiu e ainda disse força meu amigo, força. Pode parecer bobo, mas nos dias de hoje um olhar de cuidado para um estranho é algo de se admirar e eu não vou e nem quero deixar de ficar feliz por ser percebido, mesmo que seja um ato singelo como esse, precisamos disso sempre em nossas vidas.
A segunda ação não aconteceu comigo, minha tia caiu em uma parte acidentada da prova, ralou o joelho e me disse que foi uma queda feia, mas não grave, perguntei se alguém parou para ajudar e ela disse que todo mundo que estava próximo parou para ajudar e se preocupou com ela. Ela continuo a corrida e chegou ao final de mãos dadas com meu irmão, se este fato a incentivou ainda mais para terminar os 10K eu não sei, mas que deve ter sido plantado uma semente do "querer mais" desta experiência, isto eu tenho quase certeza.
Bem vou terminando aqui a primeira parte do meu relato sobre esta corrida, em breve escreverei a segunda parte, com algumas coisas mais subjetivas sobre esta minha segunda experiência nas corridas de rua.
Obrigado pelo carinho de todos e vamos em frente sempre, mesmo que as vezes temos que caminhar de lado, mais devagar ou até mesmo recuar alguns passos para recuperar o fôlego e a fé em nossas ações. Obrigado a todos que por aqui e pela vida me ofereceu um pouco de água para recuperar as energias.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Viagem agora será sempre uma nova caminhada.

No começo do ano fui para casa de parentes no Rio de Janeiro e depois em Minas Gerais, o bacana é que todo lugar que vou posso e farei caminhadas, com isso conhecerei a região fazendo atividade física e poderei, quem sabe, registrar e mostrar por aqui.

Nesta viagem, primeiro fui conhecer o paraíso do meu tio Mauro,  ele tem uma casa em Mangaratiba, lugar bonito daqueles que nem dá vontade de ir embora. Lá eu aproveite para fazer uma caminhada de 10k, pois a casa dele fica a 5km da entrada da cidade, caminhei sobre um rua que beira o mar o tempo todo e um pessoal simpático onde o padeiro deixa a sacola de pão no portão sem preocupação de alguém levar embora, lugar este onde o bom dia é garantido e nunca ignorado, aquele lugarzinho raro onde a vida passa em um ritmo bem diferente e agradável.

A segunda parte da viagem foi a visita a casa da minha tia Vanda em Belo Horizonte, dias bons de se lembrar, boa companhia, boas conversas e a oportunidade de visitar o parque que eu ia como meu avô paterno quando era criança. Foi ótimo rever coisas que estavam lá da mesma forma, lembrar dos passeios com meu avô, do banco que eu sentava e ficava esperando ele terminar a corrida matinal, o lago dos barquinhos, os burricos para turista andar, o parquinho de diversão, o moço da fotografia. Posso dizer que foi um passeio psicológico e compensador.
Nestes dois passeios eu gravei algumas cenas e esses dias quis editar e eternizar essas tão gratas lembranças, compartilho com vocês estes meus momentos, espero que gostem.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Caminhando eu vi...

Dona Florinda
Caminhando eu vi a briga de dois beija-flores, com voos rasantes e manobras espetaculares, presencie alguns segundos do show da natureza, onde os dois beija-flores chegaram até o chão tentando um agredir o outro emitindo sons raivosos, descrever aqueles piruetas é algo impossível, mas foi segundos que parecem ser horas, pois o cérebro foca só naquela cena e tudo se desliga em volta para que tudo seja captado e a magia do momento fique fixa na memória por um bom tempo.
Esta cena trouxe à tona uma lembrança onde consegui registrar o ninho de uma beija-flor e o visitava constantemente, sempre respeitando a distância que um observador da natureza deve manter, até acho que ela se acostumou com a minha presença, o nome que dei a ela foi "Dona Florinda" principalmente pela forma que ela defendia seu ninho, não tinha tamanho de pássaro nem tipo de bicho que ela não botasse para correr, pássaro ou calango passou perto do ninho ela atacava e com a mesma voracidade da briga que presencie em minha caminhada. Momentos que sempre agradeço por ter em meu livro mental.

sábado, 9 de abril de 2016

Dando água as plantas eu vi...

Hoje cedo estava eu molhando as plantas do quintal quando percebi que um dos pássaros, que faz daquele espaço o seu lar ou lugar para descanso, veio atrás de água, um belo sábia laranjeira, mas logo foi embora, mantenho uma bacia com água onde eles tomam banho e se refrescam, mas ela estava vazia, então a enchi e logo os pássaros estavam se deliciando. Realmente o tempo em São Paulo está bem seco com isso as plantas e os pássaros sofrem muito nesta época.
O bacana foi ver que o sábia tinha voltado depois de um tempo, como ele é grande tomou conta do espaço, os menores subiram para a árvore de acerola esperando retomar o banho quando o sábia fosse embora. O sábia se esbaldava em seu banho matinal quando chegou um casal barulhento de bem-te-vis e a briga pela água começou, o sábia saiu da bacia, os três brigaram por um tempo, mas depois tudo se acertou, o engraçado foi ver que enquanto os três brigavam os pardais aproveitaram para tomar banho e beber água.
Esta bagunça acontece sempre aqui em casa, hoje foi a primeira vez que pude testemunhar de perto, normalmente vejo da janela para não atrapalhar.
Quem puder e tiver espaço coloquem água para nossos amigos voadores, podem ter certeza que será recompensador.
Lembrando que faço isso há uma bom tempo e nunca vi larvas na água, ou seja, sem risco para dengue. A minha teoria é que os mosquitos não colocam ovos em locais onde seus filhotes correm risco, alias toda mãe não arrisca a vida de seus filhos.
Experimente quem puder.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Correr

Meu irmão correndo em Santos
Um tempo atrás participei da minha primeira corrida, lembram? Aquela foi a primeira e única, durante este tempo muita coisa aconteceu inclusive o meu irmão, que tinha visto eu participar da primeira corrida, pegar gosto pela coisa e já ter 4 participações em corridas enquanto eu fiquei como um mero incentivador, mas voltarei, ainda mais por estar empolgado pela memória muscular do meu corpo. Agora serei o acompanhador do meu irmão, já que ele está muito mais adiantado do que eu, mas quem disse que não dá para correr atrás, ainda mais que sou o irmão mais velho e ele vai ter que me esperar na linha de chegada, nem que seja uma hora depois da chegada dele. Com o tempo espero trazer novidades sobre está empreitada e quem sabe um placar menos vergonhoso do quadro de medalhas, por enquanto estou perdendo de goleada, 4x1 não dá. Bora correr!!!!

sábado, 2 de abril de 2016

E o joelho como vai?

Um dos fortes motivos que me fizeram retomar o quanto antes minhas atividades físicas foi os meus joelhos, ele foi o primeiro a alertar que o caminho de volta seria mais doloroso do que eu imaginava, as primeiras caminhadas, a insegurança em cada passo e a dor por qualquer esforço feito. Lógico que tiveram uma gama de motivos para voltar e mais um monte de motivos que me fizeram parar, mas ao ver, em questão de meses, tudo que eu tinha conquistado se transformar em uma dor insistente que parecia falar: "Você não sentia mais essa dor, parou por quê? por que parou?"
Hoje fiz o teste para confirmar que tinha recuperado, pelo menos parte, do que havia perdido. A resposta foi sim e um sim grande e sem dor. O teste consistiu em fazer corridas e caminhadas, mais ou menos dois por dois minutos. No início a ideia era fazer só três vezes, mas o corpo respondeu bem e fiz 5 vezes. Antes, com quase dez quilos a menos, eu não conseguia fazer nem três vezes e olha que corria 2 e caminhava 5 minutos e o pulmão entrava em colapso.
Ao final do teste defini que estou no caminho certo e feliz ao recuperar parte da saúde que tinha anteriormente, um pouco mais de um mês atrás fui tentar correr e tive que parar logo de cara, pois deu cãibra e um início de dor no joelho. Quero poder correr o quanto antes, quando digo correr é participar decentemente de uma prova, mas um dos motivos eu conto em um próximo post.
Obrigado mais uma vez a todos que pediram para eu voltar a cuidar da saúde, quando parecia que eu não queria saber de mais nada.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Comprei duas camisetas menores, e agora?!

Um dia desses fui comprar umas camisetas e acabei confundindo os tamanhos, ainda não me livrei das roupas de tamanhos "especiais", então fui comprar com um pensamento otimista, "pelo menos os mesmos números que estava usando", mas confundi achando que a camisa que eu estava usando estava larga e a normal seria um número abaixo. Errado, quando cheguei em casa, estava com o pensamento otimista, lembram, então nem experimentei, e vi que estava apertadas, ainda mais com o ganho de peso dos últimos dois meses. O dinheiro não está fácil e quem compra essas roupas sabe que o preço parece ser multiplicado pelo IMC, mas respirei fundo e pensei: "Por que não um pequeno desafio? Por que não conquistar o direito de vestir estas camisetas?"
Vamos ver no que vai dar, vou fazer uma brincadeira com fotos antes e depois. E postarei daqui dois meses para ver o resultado.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Caminhando eu vi...

Outro dia vi três meninas indo caminhar, cada uma com sua garrafinha e um bom papo a cada passo, passei por elas algumas vezes, pois fiz um caminho diferente, mas sempre quando as reencontrava o trio parecia com a mesma animação, na minha cabeça veio a importante questão de um incentivar o outro, mais ou menos o que acontece por aqui, as meninas se juntaram para enfrentar a luta contra a balança, espero reencontra-las.
Vi também uma família correndo na pista que caminho, ouvi do garoto mais novo da turma que era a sexta volta que davam na pista, eles subiam caminhando e desciam a pista correndo, o menino mais novo era também o mais gordinho e imaginei a família incentivando ele da melhor forma possível, ou seja, correndo junto, também espero reencontra-los.
Também posso dizer que eles me viram, pois a minha companhia e incentivo era a já conhecida Lana, a minha "personal dog", e o Luthinho, cão do meu irmão que vira e mexe vai caminhar conosco.
Posso dizer que neste dia estavam todos muito bem acompanhados e com a motivação em dia.
Caminhando eu vi gente buscando saúde.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Comecei na academia!

A novidade é que na praça que passeio com a Lana, quase todo santo dia, foi instalada uma academia ao ar livre, um dos pontos positivos da administração municipal. Estava namorando a academia já faz alguns dias e ontem fiz "minha inscrição", fiz todos os aparelhos e gostei da brincadeira. Vamos ver quanto tempo fico por lá e ver os resultados, já posso dizer que os braços sentiram bem o simulador de remo. Qualquer dia desses eu tiro a foto da academia e da praça.